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USP fica em 2º em ranking das melhores universidades da América Latina

Unicamp caiu para 5º. Maioria das outras universidades brasileiras caiu na avaliação. O distanciamento do setor produtivo pode ser o maior problema

Por Redação
Atualizado em 9 jun 2025, 17h10 - Publicado em 23 out 2019, 16h10
 (Lucas Silva/Guia do Estudante/Reprodução)
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Mais um ano, a Universidade de São Paulo (USP) ocupa o segundo lugar no QS World University Rankings: Latin America 2020, ranking que lista as melhores universidades latinoamericanas. O posto de primeiro lugar, ocupado pela USP até 2017, foi assumido pela Pontifícia Universidade Católica do Chile pelo terceiro ano consecutivo.

A Unicamp, embora continue no top 5, caiu duas posições em relação ao ano passado e agora ocupa o quinto lugar da lista. Vale apontar, no entanto, que embora as duas estaduais paulistas e a UFRJ continuem bem no ranking, entre as dez melhores, 57 das 94 universidades brasileiras participantes caíram de colocação. Enquanto retrocedemos, as universidades mexicanas são as que mais avançam: foi a Tecnológico de Monterrey quem tomou o terceiro lugar da Unicamp.

Em entrevista ao jornal O Globo, a especialista em educação da FGV Claudia Costin afirmou que a pouca inserção das universidades brasileiras no setor produtivo pode ser um dos motivos da queda. Mesmo a USP, que desponta como a melhor universidade da América Latina em pesquisa, caiu na nota dada por empregadores. A opinião é compartilhada por Ben Sowter, diretor de pesquisa da QS.

“O sistema de ensino superior brasileiro é um dos menos internacionalizados da OCDE, e a pesquisa da QS mostra que os estudantes se preocupam profundamente com a capacidade da universidade escolhida de melhorar suas perspectivas de emprego. Se a comunidade internacional estudantil perder a fé nas perspectivas de emprego oferecidas pelas instituições brasileiras, o recrutamento de talentos do exterior se tornará cada vez mais difícil”, afirmou. 

Além da entrevista com mais de 45 mil empregadores em todo o mundo, a QS também avalia a reputação acadêmica da universidade, o número de professores com doutorado, citações por docente, proporção docente/aluno, rede de pesquisa internacional e impacto na internet. 

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